Sistema para o Cenário de ERA
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Simplismente Show.. muito bom mesmo..
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Estatísticas
É com prazer que apresento aos senhores algumas estatística que a noticia gerou:
Visitas ao cenario a partir da Taverna: 15 (rpgbrasil.org/Pandora/ERA.html)
Visitas ao forum a partir da Taverna: 8 (rpgbrasil.forumeiro.org/desbravadores....)
Visitas ao RPGBrasil.Org a partir da Taverna: 10 (rpgbrasil.org)
Por enquanto é isso, se dai sair 2 leitores e 1 colaborador, esse Goblin ja se sentira realizado.
Abraços
Visitas ao cenario a partir da Taverna: 15 (rpgbrasil.org/Pandora/ERA.html)
Visitas ao forum a partir da Taverna: 8 (rpgbrasil.forumeiro.org/desbravadores....)
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Por enquanto é isso, se dai sair 2 leitores e 1 colaborador, esse Goblin ja se sentira realizado.
Abraços
Re: Sistema para o Cenário de ERA
Com certeza.. hoje de manhã tinhamos 8 usuários on line simultâneo aqui no fórum... algo que raramente ocorria.. parabéns a nossa parceria.
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Edson Lemes Júnior "Druida das Pradarias"
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Senhores ERAnianos,
Hoje lançamos em escala de divulgação mundial a nova pesquisa do Old Dragon para saber um pouco mais sobre o que as pessoas andam pensando, falando, desejando em relação ao sistema, a todos que puderem contribuir um muito obrigado antecipado.
A noticia foi lançada nos seguintes sites, leia todos, mas só responda em 1 para que a informação não seja duplicada, triplicada e etc.
Taverna do Goblin - http://wp.me/pGfHd-4z
Paragons - http://bit.ly/3Idr7x
Vorpal - http://bit.ly/4a2Ova
Hoje lançamos em escala de divulgação mundial a nova pesquisa do Old Dragon para saber um pouco mais sobre o que as pessoas andam pensando, falando, desejando em relação ao sistema, a todos que puderem contribuir um muito obrigado antecipado.
A noticia foi lançada nos seguintes sites, leia todos, mas só responda em 1 para que a informação não seja duplicada, triplicada e etc.
Taverna do Goblin - http://wp.me/pGfHd-4z
Paragons - http://bit.ly/3Idr7x
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Respondido... abraço.
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Edson Lemes Júnior "Druida das Pradarias"
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Respondido. Abraço
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Ahá! Eu não sabia disso.
Enquanto estava passando pelas páginas do livro de Belthor (pela 53ª vez), percebi que ao longo do livro ele corresponde muito mais a um livro de história convencional do que a um livro associado diretamente a um sistema. Apenas em alguns poucos pontos o livro se refere diretamente a regras, e nesses pontos não fala qual seria o sistema oficial.
O legal dessa abordagem é que o cenário parece fazer parte de qualquer sistema que se tenha vontade de usar. Foi então que pensei: é um cenário per se! Acho que é essa a mística que tem me atraído cada vez mais. Quando o lemos, temos a impressão de que estamos lendo eventos que fizeram parte do mundo antigo e não de um mundo de fantasia.
Parabéns por essa parceria, acredito plenamente no potencial do pessoal do Paragons e já vi a qualidade e o empenho deles em melhorar, cada vez mais, esse sistema. Ainda não testei o Old Dragon, sou totalmente fã (entusiasta) de Dungeons & Dragons... mas, quem sabe, um dia desses.
O legal dessa abordagem é que o cenário parece fazer parte de qualquer sistema que se tenha vontade de usar. Foi então que pensei: é um cenário per se! Acho que é essa a mística que tem me atraído cada vez mais. Quando o lemos, temos a impressão de que estamos lendo eventos que fizeram parte do mundo antigo e não de um mundo de fantasia.
Parabéns por essa parceria, acredito plenamente no potencial do pessoal do Paragons e já vi a qualidade e o empenho deles em melhorar, cada vez mais, esse sistema. Ainda não testei o Old Dragon, sou totalmente fã (entusiasta) de Dungeons & Dragons... mas, quem sabe, um dia desses.
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“Não diga que você não pode sorrir ou que você odeia a humanidade
Agora é a hora, mesmo se você não pode ver, existe um significado para tudo
Mesmo que os problemas do passado não possam ser apagados, não jogue sua vida fora”
UVERworld – D-tecnoLife
Re: Sistema para o Cenário de ERA
Muito bom seu ponto de vista em relação ao nosso cenário..^^
Mas assim, o que achei legal no old dragon,,,é a sensação que proporciona, ele é mais "simples" que os sistemas populares, mas contém uma mecânica de jogo que eu gostei bastante,,, achei mais simples e direta pro jogo,,, enfim, não usei tbm rsrsrsr,, mas pude perceber esses traços...
Mas assim, o que achei legal no old dragon,,,é a sensação que proporciona, ele é mais "simples" que os sistemas populares, mas contém uma mecânica de jogo que eu gostei bastante,,, achei mais simples e direta pro jogo,,, enfim, não usei tbm rsrsrsr,, mas pude perceber esses traços...
Re: Sistema para o Cenário de ERA
Eu acho que se tem que manter em vista sempre é esta simplcidade, muito bem exposta pelo fenmarel e o Aeon, pois várias e várias pessoas com o qual tive a oportunidade de conversar e falar um pouco sobre ERA ficaram fascinanads com esta simpliciidade, que se torna imensa nos detalhes de cenário e histórias. Independente do sistema que se for utilizar, acho que um bom ponto é esta abordagem simples.
Re: Sistema para o Cenário de ERA
Pela ficha que o Goblin fez, me pareceu que o Old Dragon é semelhante ao AD&D, estou certo? Ah, vou baixar pra dar uma olhada... curiosidade mata, hehehe.
Mas, se alguém já jogou aí, me dá uma luz.
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Olá Fenmarel, que bom que captou isso sobre ERA. Nosso objetivo principal realmente é enriquecer o descritivo para que qualquer mestre possa adaptar para seu sistema preferido, porém chegará a hora que iremos necessitar de um sistema e é ai que entra Old Dragon ou qualquer outro sistema. Porém a idéia inicial de ERA é o descritivo, o "realismo" nestas descrições, mesmo que elas sejam fantasiosas, e sobre tudo a qualidade destas descrições.
É isso que desejamos para ERA e com seus comentários me parece que temos conseguido atingir nosso objetivo... obrigado.
É isso que desejamos para ERA e com seus comentários me parece que temos conseguido atingir nosso objetivo... obrigado.
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Edson Lemes Júnior "Druida das Pradarias"
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Re: Sistema para o Cenário de ERA
Ontem um amigo meu me deixou um questionamento intrigante:
"Por que um dragão mataria uma pessoa? Ele não é muito superior (tanto fisica quanto mentalmente) aos mortais? O que faria com que ele fosse atraído por moedas de ouro (tesouros)? Sem contar que, devido ao tamanho dele, uma moeda é algo minúsculo... Ele guarda essas riquezas pra que? Acho que seria mais certo imaginar que um dragão andasse em meio aos humanos os considerando totalmente inferiores (não em uma cidade, mas em territórios selvagens). Aliás, por que um dragão viveria onde é difícil o acesso ao invés de criar um território civilizado? Se os dragões quisessem, facilmente dominariam todos os territórios, o que significa que a sede deles não é por poder, certo? O que diz no livro de referência deles a esse respeito?"
E sabem o que tinha lá?
Táticas de combate. Só isso.
Eu fiquei pensando no AD&D, na forma como Gygax gostava de tornar descritivo e vívido não só o mundo, que é habitado pelos personagens jogadores e não-jogadores, mas os seres que o habitam. Outros escritores com esse estilo são Ed Greenwood, David "Zeb" Cook e, claro, Monte Cook.
Voltem um pouco no tempo, abram o livro dos monstros do AD&D e observem como ele se refere à ecologia dos monstros, como explica do que se alimentam e de que forma agem quanto a seus instintos. Acho que é esse tipo de idéia que ERA retoma, evitando o aspecto menos realista de alguns livros mais recentes, onde as pessoas tendem a assumir que isso é apenas a responsabilidade do mestre e acabam criando livros repletos de estatísticas numéricas. Para quem tem uma boa base de inglês, recomendo a leitura dos livros de Planescape do AD&D, para que vocês possam comparar melhor.
Quero aproveitar pra fazer duas perguntas:
Se, em Belthor, a moeda mais comum é feita de chumbo, não acabam ocorrendo muitas "intoxicações misteriosas" e "mortes inexplicáveis" com quem lida com dinheiros demais no reino? E como fica o peso (5cm de diâmetro é uma moeda e tanto e o chumbo é muito macio, então tem que ser um dobrão) pra carregar isso em grandes quantidades?
(Deve ser divertido de interpretar isso...)
Abração a todos da equipe!
"Por que um dragão mataria uma pessoa? Ele não é muito superior (tanto fisica quanto mentalmente) aos mortais? O que faria com que ele fosse atraído por moedas de ouro (tesouros)? Sem contar que, devido ao tamanho dele, uma moeda é algo minúsculo... Ele guarda essas riquezas pra que? Acho que seria mais certo imaginar que um dragão andasse em meio aos humanos os considerando totalmente inferiores (não em uma cidade, mas em territórios selvagens). Aliás, por que um dragão viveria onde é difícil o acesso ao invés de criar um território civilizado? Se os dragões quisessem, facilmente dominariam todos os territórios, o que significa que a sede deles não é por poder, certo? O que diz no livro de referência deles a esse respeito?"
E sabem o que tinha lá?
Táticas de combate. Só isso.
Eu fiquei pensando no AD&D, na forma como Gygax gostava de tornar descritivo e vívido não só o mundo, que é habitado pelos personagens jogadores e não-jogadores, mas os seres que o habitam. Outros escritores com esse estilo são Ed Greenwood, David "Zeb" Cook e, claro, Monte Cook.
Voltem um pouco no tempo, abram o livro dos monstros do AD&D e observem como ele se refere à ecologia dos monstros, como explica do que se alimentam e de que forma agem quanto a seus instintos. Acho que é esse tipo de idéia que ERA retoma, evitando o aspecto menos realista de alguns livros mais recentes, onde as pessoas tendem a assumir que isso é apenas a responsabilidade do mestre e acabam criando livros repletos de estatísticas numéricas. Para quem tem uma boa base de inglês, recomendo a leitura dos livros de Planescape do AD&D, para que vocês possam comparar melhor.
Quero aproveitar pra fazer duas perguntas:
Se, em Belthor, a moeda mais comum é feita de chumbo, não acabam ocorrendo muitas "intoxicações misteriosas" e "mortes inexplicáveis" com quem lida com dinheiros demais no reino? E como fica o peso (5cm de diâmetro é uma moeda e tanto e o chumbo é muito macio, então tem que ser um dobrão) pra carregar isso em grandes quantidades?
(Deve ser divertido de interpretar isso...)
Abração a todos da equipe!
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“Não diga que você não pode sorrir ou que você odeia a humanidade
Agora é a hora, mesmo se você não pode ver, existe um significado para tudo
Mesmo que os problemas do passado não possam ser apagados, não jogue sua vida fora”
UVERworld – D-tecnoLife
Re: Sistema para o Cenário de ERA
Fenmarel, obrigado pelos comentários e as comparações com o estilo de Gygax é uma honra ouvir isso.... e claro, estamos muito longe de nos equipararmos ao mestre que deu vida ao RPG da forma que conhecemos.
Porém, realmente o estilo de ERA é ser descritivo... acho que os livros de RPG, antes de serem um monte de números e de estatísticas (virando algo matemático) devem ser mais históricos e detalhados, porque é disso que o RPG existe, da magia das descrições e da imaginação. Por isso nosso slogan é "a sua imaginação é o limite".
Hoje os RPG´s são grandes complexos matemáticos, onde combos podem ser formatos por causa de furos encontrados nesses tópicos.... onde está a magia de se construir um personagem baseado em suas descrições.... é isso que ERA pretende restaurar.
Eu não sou contra RPG´s que usam muito números, na verdade sou fã de GURPS por causa de seu realismos, mas devemos lembrar que os números são secundários e as descrições são o primário do RPG.....
Os livros que me inspiraram a criar ERA como é são o cenário TITAN de Aventuras Fantásticas. Nossa, quando vi as páginas desse livro pela primeira vez quase delirei. Havia mapas de torres, da cidade dos elfos, etc... tudo era totalmente descritivo, sem regras.... pena que eram muitas informações para poucas páginas....
Outro livro que você citou é o livro dos monstros de AD&D, perfeito também, com descritivos detalhados da ecologia, onde viviam, alimentação das criaturas...
Acho que é disso que o mestre precisa... regras, ora, se ele é mestre ele domina as regras, desta forma criar a ficha de um NPC ou outros detalhes não será problema para ele.
Sobre as suas sugestões:
Caramba, sobre a moeda de chumbo não tinha pensado nisso.... vou criar uma doença (para o livro do curandeiro) sobre isso... a doença misteriosa que mata tantos mercadores.. risos.... ótima idéia Fenmarel.
Sobre o peso das moedas, pensei em colocá-la nos livros, porque sempre achei importante isso.... sempre quando mestrava eu questionava os jogadores sobre como eles levavam por exemplo 1.000 moedas (supondo que cada moeda medieval tenha um peso aproximado [claro depende do material] de 80g, isso quer dizer que você estaria levando 80kg em sua bolsinha de moedas....)
Coisas desse tipo para alguns mestres podem não ser importantes, mas para outros sim.... e por isso enriquecemos cada vez mais a nossas descrições.
Valeu pela colaboração de seus comentários.... muito produtivas.
Porém, realmente o estilo de ERA é ser descritivo... acho que os livros de RPG, antes de serem um monte de números e de estatísticas (virando algo matemático) devem ser mais históricos e detalhados, porque é disso que o RPG existe, da magia das descrições e da imaginação. Por isso nosso slogan é "a sua imaginação é o limite".
Hoje os RPG´s são grandes complexos matemáticos, onde combos podem ser formatos por causa de furos encontrados nesses tópicos.... onde está a magia de se construir um personagem baseado em suas descrições.... é isso que ERA pretende restaurar.
Eu não sou contra RPG´s que usam muito números, na verdade sou fã de GURPS por causa de seu realismos, mas devemos lembrar que os números são secundários e as descrições são o primário do RPG.....
Os livros que me inspiraram a criar ERA como é são o cenário TITAN de Aventuras Fantásticas. Nossa, quando vi as páginas desse livro pela primeira vez quase delirei. Havia mapas de torres, da cidade dos elfos, etc... tudo era totalmente descritivo, sem regras.... pena que eram muitas informações para poucas páginas....
Outro livro que você citou é o livro dos monstros de AD&D, perfeito também, com descritivos detalhados da ecologia, onde viviam, alimentação das criaturas...
Acho que é disso que o mestre precisa... regras, ora, se ele é mestre ele domina as regras, desta forma criar a ficha de um NPC ou outros detalhes não será problema para ele.
Sobre as suas sugestões:
Caramba, sobre a moeda de chumbo não tinha pensado nisso.... vou criar uma doença (para o livro do curandeiro) sobre isso... a doença misteriosa que mata tantos mercadores.. risos.... ótima idéia Fenmarel.
Sobre o peso das moedas, pensei em colocá-la nos livros, porque sempre achei importante isso.... sempre quando mestrava eu questionava os jogadores sobre como eles levavam por exemplo 1.000 moedas (supondo que cada moeda medieval tenha um peso aproximado [claro depende do material] de 80g, isso quer dizer que você estaria levando 80kg em sua bolsinha de moedas....)
Coisas desse tipo para alguns mestres podem não ser importantes, mas para outros sim.... e por isso enriquecemos cada vez mais a nossas descrições.
Valeu pela colaboração de seus comentários.... muito produtivas.
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