Allastrion - Filho do deserto
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Re: Allastrion - Filho do deserto
“O homem é realmente arquiteto de sua própria sorte?” Esse era o pensamento de Allastrion enquanto eles percorriam escondidos, o deserto. Allastrion não poderia entender porque tivera ele de nascer em meio aquelas atrocidades e muitas vezes teve atitudes egoístas pois acreditava não ter escolhas, não ter alternativas, e não conhecer o gosto da satisfação pelos seus próprios feitos, mas em todas as estórias que ele escutava, contando também com a de seu nascimento, ele observava a capacidade que sua mãe e agora ele tinham de vencer aqueles tempestuosos desafios. Quando o menino sentira o sangue do troll que ele apunhalou no outro dia, molhar sua face, ele tragava doses cavalares de satisfação e poder, conhecendo agora tudo que isso podia lhe trazer, nada deteria sua determinação. Nada!
Re: Allastrion - Filho do deserto
Alguns dias tinham se passado no reino dos trolls, e eles caminhavam rumo a um planalto preenchido por pequenas montanhas, a sobrevivência foi difícil, eles não conseguiram localizar um poço de água, onde Allastrion já ouvira varias vezes os trolls comentarem. No terceiro dia de fuga e sem sinal dos trolls, eles se acomodam, mesmo sabendo que não conseguiam se mover muito, apesar de que em trechos admiráveis de terra seca ,Aryann ter carregado seu filho. Milagrosamente uma frágil nascente de rio é encontrada quando a quarta noite tombava sobre eles. Após sacear a sede, molhar e descansar o corpo. Mãe e filho sentem cada vez mas a euforia por seus pesadelos estarem se acabando, naquele momento não havia de ter força na natureza, a não ser a dos Deuses, que fosse capaz de abater o desejo de liberdade no coração daqueles frágeis mortais. A natureza é infinitamente bela em suas diversas formas, o mesmo não acontece na natureza encontrada nos seres amaldiçoados com a consciência e entupidos de rancores e preconceitos. Naquela noite algo brilhava no chão e era nova para Allastrion, ele temia que tal brasão brilhado no horizonte pudesse ser os trolls novamente de tocaia, mas Aryann lhe explicava neste momento que a fogueira era um símbolo de sua total liberdade que eles encontrariam ajuda, o jovem não entendia porque sua mãe mantia tanta certeza em suas palavras e conforme de direcionavam a fogueira que esboçava tendas ela explicava ao seu filho as fraquezas daquela raça que os torturaram por tanto tempo.
O Deserto de deseto de Shevva é imenso, e eles não conheciam muito alem de seu cativeiro e seu captor, aquele deserto guarda segredos esquecidos por todas as civilizações moderna do continente. Guarda magoas, rancor e intolerância que habita dentro dos nômades elfos que se refugiaram no deserto. Eu disse anteriormente que nenhuma força da natureza seria capas de deter os humanos, no entanto a natureza egoísta e vingativa ainda estavam alocadas na alma destes elfos.
Os elfos do deserto a muito estavam ali, vivendo como nômades, procurando água, procurando alimento e procurando alguém que pudessem levar toda a culpa que sentiam por seus antepaçados terem deixado suas terras. Aquela fogueira, anunciava um grupo destes elfos, que não se assemelhavam muito ao das florestas, trazendo os traços de mutações que o deserto impusera sobre sua raça original. Allastrion, atordoado se escondia como um menino na saia da sua mãe, que tentava aproximar e pedir ajuda. Não foi estabelecido em nenhum momento alguma comunicação com eles, mas os humanos se sentiam seguros, apenas por não estarem com trolls, Allastrion como uma criança ingênua observava toda característica e diferença naqueles seres que conhecera agora. Aryann já estava preparada com as diversidades do mundo, e não estranhara tanto, ela tentava comunicar com o pouco que conhecia e lembrava do idioma élfico que aprendera na floresta.
Eu particularmente não tenho o conhecimento de qual a tendência natural destes elfos, mais conheço a aceito a intolerância que estes possuem quanto a outras raças, principalmente a humana. Acredito que estes elfos não são criaturas malignas e cruéis como os trolls que dividiam o deserto com eles, assim não devemos banalizar esse povo de forma geral.
Mas este pequeno grupo de três elfos, estavam equipados para cruzar o deserto e chegar as planícies férteis das colinas. Sadismo ou sarcasmo habitava os elfos, que foram em primeiro momento gentis e hospitaleiros, ajudando os condenados que aparentemente fugiam de um cativeiro, mas as coisas não transcorreram assim, e Allastrion logo iria conhecer uma dor mais dilacerante que as torturas passadas lhe causavam.
Estes elfos, não mantinham relações com os trolls, e sempre que possível em suas longas jornadas pela busca de água, eles levavam equipamentos que pudessem lhes assegurar contra esse bando, eles tinham um conhecimento profundo sobre essa raça, por sobrevivência e necessidade.Eles estavam prontos para o combate, mas sabiam que barganhar algo que fosse valioso lhes garantiria mais chances de sobrevivência. Aqueles trolls que procuravam os humanos, já haviam se esbarrado com os nômades, e estes conheciam as razões dos trolls, em um primeiro conflito quando se encontraram os trolls mostraram aos elfos que eles não passariam vivos por ali, e apesar de terem vencido este primeiro confronto os elfos se sentiam desmoralizados, até que o deserto lhe trousse Allastrion e sua mãe, da mesma forma como sempre lhes trousseram água.
Allastrion observava o tempo todo aqueles elfos, e seus pertences assim como a forma de agir, ele não percebera em qualquer momento a verdadeira intenção dos elfos, ele e sua mãe estavam cegamente confiantes, entregando a sua sorte a qualquer pessoa que estivesse disposto a ajuda-los.
O mais velho destes elfos e aparentemente seu líder, mantinha parte da face coberta com panos, na altura do nariz, não trajavam armaduras, mas muitos panos, e tinham cabelos escuros como a noite, os outros elfos possuíam atiradores, vistos por Allastrion como arcos, e eram bem mais jovem que este líder que trazia em seu cinto dois punhais forjado em um metal negro, com leves marcações vermelhas em sua lamina. Exatamente duas noites se passaram, e os elfos acometiam os humanos a total liberdade, deixando que eles saboreassem o gosto da esperança.
No entanto, um segundo encontro com os trolls viera acontecer, Allastrion e sua mãe se pusseram em desepero ao reconhecer seus antigos captores, e eles não entendiam como os elfos e os trolls se comunicavam, escondidos sobre a lona de uma carroça, ambos agora são atormentados por duvidas e aflições que devoram a esperança antes alimentada com prazer. Allastrion conhecera nesse momento a dor da traição. Os elfos usaram os humanos como moedas para que os trolls permitissem sua passagem, mas a determinação dos humanos, ainda era exuberante eles se pusseram em fulga, agora tendo dois tipos bem diferentes de predadores, eles não conseguiram correr mais que alguns metros, antes que as flechas dos elfos acertasse Aryann, que falece com um ultimo olhar de esperança para seu filho, ele não entende o desprezo que os outros tem por ele e sua mãe, que sempre haviam apenas sofrido no mundo, e nada de mal feito. Enquanto um combate confuso e sem motivo acontece entre os elfos e trolls, Allastrion visa apenas seu traidor, ele fizera manobras maestrais de combate com aqueles punhais em sua mão, no entanto os jovens arqueiros não sobreviveriam aos ataques vorazes. No momento em que o líder dos nômades tenta uma fuga, Allastrion mesmo sem movimento, lança uma rede em sua direção o que de imediato condena a morte pelos trolls.
Os elfos agora estavam sepultados no deserto, e Allastrion fora por alguns instante deixado de lado enquanto os trolls se distraiam com os espólios de batalha. Para o troll sobrevivente que era apenas aquele jovem adulto que arremesara a pedra em Allastrion e seu antigo captor. O jovem aproveitando a pequena oportunidade mas não menos dilacerado pela perda da mãe, ainda compreendia a ultima mensagem que seus olhos havia le passado , ele rasteja sorrateiramente pela noite, se apossando dos punhais do elfo, e depois se Poe como morto debaixo do corpo do mesmo.
A estupidez e falta de atenção dos trolls o fizeram acreditar que os humanos e elfos estavam eliminados e assim eles retornaram para seu vilarejo levando o que podiam, e felizes como suas crianças estúpidas que se satisfazem com pouco. Após todo pesadelo, Allastrion abraça o corpo de sua mãe, se pondo a lamentos que expulsaria no futuro todo temor e amor que ele pudesse ter, a noite passava de forma solene trazendo cada vez mais compreensão e solidão para o coração do humano. E ele observava seu traidor despresavelmente morto, Allastrion teve seu sentimento e desejo de vingança, mas esta era tão pequena que não alimentava a ganância que ele sentira de querer poder. Allastrion não se tornaria um homem vingativo e cruel no futuro, mais ambicioso e calculista. É assustador para mim descrever como ele se tornara um homem no deserto, estando sempre acompanhado pela solidão, ele foi se adaptando, no começo era difícil, pois ainda demoraria alguns meses para recuperar sua locomoção, mas eles usava o arco deixado pelos elfos, com poucas flechas, para caçar qualquer alimento que estivesse a sua volta, ele se alimentava de frutas secas do deserto, uma muito comum é a “jataria” muito comum no deserto e consumida pelos trolls, uma fruto rústica na forma de esfera, e com uma casca rigorosa que protege o pouco de poupa e água no seu interior, as jacarias, brotam em arbustos quase secos do deserto. Considerando a infinita chance de morte que o deserto e a solidão traziam para Allastrion, e mais necessário ainda lembrar o quão memorável ele se tornaria sobrevivendo a todos estes infortúnios do destino.
O Deserto de deseto de Shevva é imenso, e eles não conheciam muito alem de seu cativeiro e seu captor, aquele deserto guarda segredos esquecidos por todas as civilizações moderna do continente. Guarda magoas, rancor e intolerância que habita dentro dos nômades elfos que se refugiaram no deserto. Eu disse anteriormente que nenhuma força da natureza seria capas de deter os humanos, no entanto a natureza egoísta e vingativa ainda estavam alocadas na alma destes elfos.
Os elfos do deserto a muito estavam ali, vivendo como nômades, procurando água, procurando alimento e procurando alguém que pudessem levar toda a culpa que sentiam por seus antepaçados terem deixado suas terras. Aquela fogueira, anunciava um grupo destes elfos, que não se assemelhavam muito ao das florestas, trazendo os traços de mutações que o deserto impusera sobre sua raça original. Allastrion, atordoado se escondia como um menino na saia da sua mãe, que tentava aproximar e pedir ajuda. Não foi estabelecido em nenhum momento alguma comunicação com eles, mas os humanos se sentiam seguros, apenas por não estarem com trolls, Allastrion como uma criança ingênua observava toda característica e diferença naqueles seres que conhecera agora. Aryann já estava preparada com as diversidades do mundo, e não estranhara tanto, ela tentava comunicar com o pouco que conhecia e lembrava do idioma élfico que aprendera na floresta.
Eu particularmente não tenho o conhecimento de qual a tendência natural destes elfos, mais conheço a aceito a intolerância que estes possuem quanto a outras raças, principalmente a humana. Acredito que estes elfos não são criaturas malignas e cruéis como os trolls que dividiam o deserto com eles, assim não devemos banalizar esse povo de forma geral.
Mas este pequeno grupo de três elfos, estavam equipados para cruzar o deserto e chegar as planícies férteis das colinas. Sadismo ou sarcasmo habitava os elfos, que foram em primeiro momento gentis e hospitaleiros, ajudando os condenados que aparentemente fugiam de um cativeiro, mas as coisas não transcorreram assim, e Allastrion logo iria conhecer uma dor mais dilacerante que as torturas passadas lhe causavam.
Estes elfos, não mantinham relações com os trolls, e sempre que possível em suas longas jornadas pela busca de água, eles levavam equipamentos que pudessem lhes assegurar contra esse bando, eles tinham um conhecimento profundo sobre essa raça, por sobrevivência e necessidade.Eles estavam prontos para o combate, mas sabiam que barganhar algo que fosse valioso lhes garantiria mais chances de sobrevivência. Aqueles trolls que procuravam os humanos, já haviam se esbarrado com os nômades, e estes conheciam as razões dos trolls, em um primeiro conflito quando se encontraram os trolls mostraram aos elfos que eles não passariam vivos por ali, e apesar de terem vencido este primeiro confronto os elfos se sentiam desmoralizados, até que o deserto lhe trousse Allastrion e sua mãe, da mesma forma como sempre lhes trousseram água.
Allastrion observava o tempo todo aqueles elfos, e seus pertences assim como a forma de agir, ele não percebera em qualquer momento a verdadeira intenção dos elfos, ele e sua mãe estavam cegamente confiantes, entregando a sua sorte a qualquer pessoa que estivesse disposto a ajuda-los.
O mais velho destes elfos e aparentemente seu líder, mantinha parte da face coberta com panos, na altura do nariz, não trajavam armaduras, mas muitos panos, e tinham cabelos escuros como a noite, os outros elfos possuíam atiradores, vistos por Allastrion como arcos, e eram bem mais jovem que este líder que trazia em seu cinto dois punhais forjado em um metal negro, com leves marcações vermelhas em sua lamina. Exatamente duas noites se passaram, e os elfos acometiam os humanos a total liberdade, deixando que eles saboreassem o gosto da esperança.
No entanto, um segundo encontro com os trolls viera acontecer, Allastrion e sua mãe se pusseram em desepero ao reconhecer seus antigos captores, e eles não entendiam como os elfos e os trolls se comunicavam, escondidos sobre a lona de uma carroça, ambos agora são atormentados por duvidas e aflições que devoram a esperança antes alimentada com prazer. Allastrion conhecera nesse momento a dor da traição. Os elfos usaram os humanos como moedas para que os trolls permitissem sua passagem, mas a determinação dos humanos, ainda era exuberante eles se pusseram em fulga, agora tendo dois tipos bem diferentes de predadores, eles não conseguiram correr mais que alguns metros, antes que as flechas dos elfos acertasse Aryann, que falece com um ultimo olhar de esperança para seu filho, ele não entende o desprezo que os outros tem por ele e sua mãe, que sempre haviam apenas sofrido no mundo, e nada de mal feito. Enquanto um combate confuso e sem motivo acontece entre os elfos e trolls, Allastrion visa apenas seu traidor, ele fizera manobras maestrais de combate com aqueles punhais em sua mão, no entanto os jovens arqueiros não sobreviveriam aos ataques vorazes. No momento em que o líder dos nômades tenta uma fuga, Allastrion mesmo sem movimento, lança uma rede em sua direção o que de imediato condena a morte pelos trolls.
Os elfos agora estavam sepultados no deserto, e Allastrion fora por alguns instante deixado de lado enquanto os trolls se distraiam com os espólios de batalha. Para o troll sobrevivente que era apenas aquele jovem adulto que arremesara a pedra em Allastrion e seu antigo captor. O jovem aproveitando a pequena oportunidade mas não menos dilacerado pela perda da mãe, ainda compreendia a ultima mensagem que seus olhos havia le passado , ele rasteja sorrateiramente pela noite, se apossando dos punhais do elfo, e depois se Poe como morto debaixo do corpo do mesmo.
A estupidez e falta de atenção dos trolls o fizeram acreditar que os humanos e elfos estavam eliminados e assim eles retornaram para seu vilarejo levando o que podiam, e felizes como suas crianças estúpidas que se satisfazem com pouco. Após todo pesadelo, Allastrion abraça o corpo de sua mãe, se pondo a lamentos que expulsaria no futuro todo temor e amor que ele pudesse ter, a noite passava de forma solene trazendo cada vez mais compreensão e solidão para o coração do humano. E ele observava seu traidor despresavelmente morto, Allastrion teve seu sentimento e desejo de vingança, mas esta era tão pequena que não alimentava a ganância que ele sentira de querer poder. Allastrion não se tornaria um homem vingativo e cruel no futuro, mais ambicioso e calculista. É assustador para mim descrever como ele se tornara um homem no deserto, estando sempre acompanhado pela solidão, ele foi se adaptando, no começo era difícil, pois ainda demoraria alguns meses para recuperar sua locomoção, mas eles usava o arco deixado pelos elfos, com poucas flechas, para caçar qualquer alimento que estivesse a sua volta, ele se alimentava de frutas secas do deserto, uma muito comum é a “jataria” muito comum no deserto e consumida pelos trolls, uma fruto rústica na forma de esfera, e com uma casca rigorosa que protege o pouco de poupa e água no seu interior, as jacarias, brotam em arbustos quase secos do deserto. Considerando a infinita chance de morte que o deserto e a solidão traziam para Allastrion, e mais necessário ainda lembrar o quão memorável ele se tornaria sobrevivendo a todos estes infortúnios do destino.
Re: Allastrion - Filho do deserto
Na noite do falecimento de sua mãe, ele havia tomado posse de algumas coisas que os trolls considerava desnecessário como por exemplo as vestimentas de seu traidor. Depois de sua recuperação Allastrion se tornara um Nomade a mercê de toda sorte que um homem pode arquitetar pra si. A criança solitaria e desprotegida marcada por stigmas de dor e sofrimento não existia a tempos nele, a conforme crescia ele se adaptava a viver nas pequenas cavernas e desfiladeiros da região sempre perto de água e se escondendo de trolls e elfos que passavam por ali.
A única motivação de Allastrion era continuar livre, e mesmo tendo pouco ou quase nada, ainda se sentia forte e indominavel. Allastrion também conhecia o fato de que quando um troll quer, um troll pega, mas ele não poderia, simplesmente chegar em um vilarejo destas bizarras criaturas tomando para si tudo que lhe fosse conveniente, ele não seria aclamado ou temido por isso, e prontamente seria lançado a escravidão.
A única motivação de Allastrion era continuar livre, e mesmo tendo pouco ou quase nada, ainda se sentia forte e indominavel. Allastrion também conhecia o fato de que quando um troll quer, um troll pega, mas ele não poderia, simplesmente chegar em um vilarejo destas bizarras criaturas tomando para si tudo que lhe fosse conveniente, ele não seria aclamado ou temido por isso, e prontamente seria lançado a escravidão.
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