Allastrion - Filho do deserto
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Allastrion - Filho do deserto
Eu gostaria de apresentar aqui o meu primeiro progeto, é um npc, o qual tenho muito carinho por toda a forma e natureza de comportamento, assim como suas peculiaridades e interesses , ele estã sendo adaptado de um forma convencional ao cenário de ERA;
O primeiro nome sugestionado por mim para a estória deste NPC. era de : Allastrion - Prínpe do deserto.
mas acredito que este nome possa vir a dar um entendimento errado das verdadeiras origens e futuras ambições deste npc. conforme serão apresentadas a seguir. Por isso neste momento eu prefiro este nome colocado no titulo do tópico,, e algo que após estando pronto eu gostaria de discutir a avaliar.
No más, apresento a vocês numa sequência de Posts, uma prévia sobre meu Npc amado.rs
O primeiro nome sugestionado por mim para a estória deste NPC. era de : Allastrion - Prínpe do deserto.
mas acredito que este nome possa vir a dar um entendimento errado das verdadeiras origens e futuras ambições deste npc. conforme serão apresentadas a seguir. Por isso neste momento eu prefiro este nome colocado no titulo do tópico,, e algo que após estando pronto eu gostaria de discutir a avaliar.
No más, apresento a vocês numa sequência de Posts, uma prévia sobre meu Npc amado.rs

Re: Allastrion - Filho do deserto
Allastrion – O Filho do Deserto
Nada é belo como parece, ou tão cruel como você imagina
O que fez de Barak um visionário explorador e conquistador.
O sangue miscigenado pelo egoísmo, senso de oportunidade e curiosidade que move os humanos a se expandirem.
As proezas e advindas vantagens que aclamaram o “Eterno” Barak. Também, corre nas veias de um jovem que teria as mesmas marcas de Barak, mas o destino o condenaria.
Allastrion , nasceu tempos depois de toda glória que o império troll poderia já ter alcançado. E keronã tem sua independência voraz e segura, com comércio estabilizado e proteção necessária, no entanto no extremo oeste do continente os arredores de uma cidade ainda padece do medo acometido e alimentado pelos Trolls, a tempos a população de Megalus, vem adotando comportamentos e estratégia que os assegurem deste perigo, de fato a cidade é bem protegida por uma vasta muralha e sua história oferece segurança. Mas isso ainda não suficiente para que os fazendeiros, pastores e poucos comerciantes do local não sejam alvos fáceis para alguns bandos bizarros.
A cultura e leis trolls, sempre fora a base da força, e os trolls nunca perdem nada de fato. Caso um troll queira um rebanho, ele pega e desafia um outro troll, e então esse procura uma fazenda, e da mesma forma a dispusta com outro e então esse ex-fazendeiro troll vai pegar o cavalo de algum outro troll que julgue aparentemente mais forte, e assim continua essa cadeia de pega aqui e perder ali, mais eventualmente chega-se a um ponto, onde um troll não tem outro troll que ele possa dominar ou dominar suas posses, assim, esse bando sem posse ataca os humanos, e criaturas que possam escravizar. Os trolls quando chegam a esse ponto, não se importam de voltar pra casa com braços e partes do corpo faltando, apenas pra ter o prazer de dizer que conseguiu alguma coisa, nesse ponto hilário um outro troll forte no momento, vem e lhe tira tudo, Eles se sentem bem tendo alguma coisa pra perderem dias depois.
Estas são considerações sobre a estória de Allastrion, ele tinha algo muito incomum com o grande Barak, ele viera da mesma mistura racial.
Nada é belo como parece, ou tão cruel como você imagina
O que fez de Barak um visionário explorador e conquistador.
O sangue miscigenado pelo egoísmo, senso de oportunidade e curiosidade que move os humanos a se expandirem.
As proezas e advindas vantagens que aclamaram o “Eterno” Barak. Também, corre nas veias de um jovem que teria as mesmas marcas de Barak, mas o destino o condenaria.
Allastrion , nasceu tempos depois de toda glória que o império troll poderia já ter alcançado. E keronã tem sua independência voraz e segura, com comércio estabilizado e proteção necessária, no entanto no extremo oeste do continente os arredores de uma cidade ainda padece do medo acometido e alimentado pelos Trolls, a tempos a população de Megalus, vem adotando comportamentos e estratégia que os assegurem deste perigo, de fato a cidade é bem protegida por uma vasta muralha e sua história oferece segurança. Mas isso ainda não suficiente para que os fazendeiros, pastores e poucos comerciantes do local não sejam alvos fáceis para alguns bandos bizarros.
A cultura e leis trolls, sempre fora a base da força, e os trolls nunca perdem nada de fato. Caso um troll queira um rebanho, ele pega e desafia um outro troll, e então esse procura uma fazenda, e da mesma forma a dispusta com outro e então esse ex-fazendeiro troll vai pegar o cavalo de algum outro troll que julgue aparentemente mais forte, e assim continua essa cadeia de pega aqui e perder ali, mais eventualmente chega-se a um ponto, onde um troll não tem outro troll que ele possa dominar ou dominar suas posses, assim, esse bando sem posse ataca os humanos, e criaturas que possam escravizar. Os trolls quando chegam a esse ponto, não se importam de voltar pra casa com braços e partes do corpo faltando, apenas pra ter o prazer de dizer que conseguiu alguma coisa, nesse ponto hilário um outro troll forte no momento, vem e lhe tira tudo, Eles se sentem bem tendo alguma coisa pra perderem dias depois.
Estas são considerações sobre a estória de Allastrion, ele tinha algo muito incomum com o grande Barak, ele viera da mesma mistura racial.
Re: Allastrion - Filho do deserto
Em aproximadamente vinte ou trinta anos atrás, seguidores de Navor, establiziados em Megalus, propõe uma campanha de pesquisa na grande floresta de Maglay, as adversidades pareciam imensas sendo todos estes devotos Humanos. Os Cléregos e Druidas da ordem, ainda acreditavam que este não fosse um grave problema, entendendo que as raças compartilhariam do mesmo ideal. O Progeto era um estudo para conhecimento do quanto de energia de Navor existia essencialmente nas vidas da Natureza, Os seguidores Misticos e divinos que compartilham a filosofia de Navor, estudam a tempos novas formulas, de feitiços e magias, que podem ser impostas pelas plantas, raizes e ervas, existente em Maglay, Os druidas, complacentes com a ideia, acreditava que isso traria beneficios para as duas raças, mesmo assim estes estando mais habituados ao Imperio Elfo, ainda assim alertaram que seus patrulheiros da floresta ficassem atentos as atividades dos Humanos, e de qualquer risco que eles pudessem inconcequentemente trazer a Magalay.
O Projeto não se concluiu e eles morreram na floresta, o tempo trousse alguns vestígios, o tempo também trousse o esquecimento!
Mas, sou obrigado a relatar o que aconteceu na ultima noite do grupo na floresta, pois esta é de tamanha importância para o destino de Allastrion. Entre eles é necessário citar apenas o nome de
Aryann, Jovem, nascida e educada dentro do monastério por sua família trazer uma descendência de gerações neste caminho, a jovem de pele morena, porte médio, com o corpo forte ainda trazia muitos traços de feminilidade, e olhos bem delineados com uma boca pequena que realçava o formato fino e simétrico de sua face, ela queria muito participar da expedição, era amante de flores e dos bens naturais. Esta é nosso principal personagem no momento, gostaria de citar também o nome de Garlhian, um Elfo alto, com pernas e braços bem definidos e dono de uma flexibilidade e agilidade incomparáveis, este era um Patrulheiro de Magalay. Eu o cito aqui para lembrarem que os jovens sonham muito com o amor, e que com a tragédia futura é importante ressaltar que Aryann e Garlhian mantinham um romance, e sonhavam e construir família.
As pesquisas, eram trabalhos entre os” Adeptos monásticos de Navor” que residem em Megaluz, e ajuda no desenvolvimento da cidade, com trabalhos agricolas e hospitalares, o templo de Navor em Megaluz, ainda treina seus adeptos em artes de combates marciais, priorizando armas como Bordões e Cajados, Fundas e Arcos. Alguns sacerdotes elfos também praticantes dos dogmas de Navor, acompanhavam os Humanos, eles o faziam, para manter o carater diplomático e seguro entre raças que trazem cicatrizes profundas das batalhas que foram eternizadas pela História.
Alguns Aristocratas de Tistines ainda não se sentiam confortavel com os Humanos tranzitando ali, e um jogo político fez com que um grupo de Patrulheiros de Magalay fosse formado para literalmente espionar, os avanços e estudos dos devotos humanos.
ADAPTADO
O Projeto não se concluiu e eles morreram na floresta, o tempo trousse alguns vestígios, o tempo também trousse o esquecimento!
Mas, sou obrigado a relatar o que aconteceu na ultima noite do grupo na floresta, pois esta é de tamanha importância para o destino de Allastrion. Entre eles é necessário citar apenas o nome de
Aryann, Jovem, nascida e educada dentro do monastério por sua família trazer uma descendência de gerações neste caminho, a jovem de pele morena, porte médio, com o corpo forte ainda trazia muitos traços de feminilidade, e olhos bem delineados com uma boca pequena que realçava o formato fino e simétrico de sua face, ela queria muito participar da expedição, era amante de flores e dos bens naturais. Esta é nosso principal personagem no momento, gostaria de citar também o nome de Garlhian, um Elfo alto, com pernas e braços bem definidos e dono de uma flexibilidade e agilidade incomparáveis, este era um Patrulheiro de Magalay. Eu o cito aqui para lembrarem que os jovens sonham muito com o amor, e que com a tragédia futura é importante ressaltar que Aryann e Garlhian mantinham um romance, e sonhavam e construir família.
As pesquisas, eram trabalhos entre os” Adeptos monásticos de Navor” que residem em Megaluz, e ajuda no desenvolvimento da cidade, com trabalhos agricolas e hospitalares, o templo de Navor em Megaluz, ainda treina seus adeptos em artes de combates marciais, priorizando armas como Bordões e Cajados, Fundas e Arcos. Alguns sacerdotes elfos também praticantes dos dogmas de Navor, acompanhavam os Humanos, eles o faziam, para manter o carater diplomático e seguro entre raças que trazem cicatrizes profundas das batalhas que foram eternizadas pela História.
Alguns Aristocratas de Tistines ainda não se sentiam confortavel com os Humanos tranzitando ali, e um jogo político fez com que um grupo de Patrulheiros de Magalay fosse formado para literalmente espionar, os avanços e estudos dos devotos humanos.
ADAPTADO
Última edição por João Paulo Petrin Lago em Ter Mar 31, 2009 7:38 pm, editado 2 vez(es)
Re: Allastrion - Filho do deserto
eles eram jovens e entusiasmados demais, para se lembrar de precauções básicas, e estavam confiantes depois de alguns meses e nenhum mal ainda havia acontecido, da mesma forma os patrulheiros, que mesmo se esgeirando para não serem percebidos e não compartilhando com as entusiasmantes descobertas, se setiam seguros, muitas vezes acreditando que seus trabalhos não eram muito importante ali.
Os dedos dos deuses são longos e tocam um íntimo sentimento, que só pode ser compartilhado por uma pessoa. Assim aquelas semanas não eram cosideradas disperdiçadas, como faziam seus amigos patrulheiros.Garlhian, sempre fora fiel e admrador dos preceitos de seu explendoroso Deus Navor. Nos dias decorrente, ele se encantava cada vez mais por Aryann, esse sentimento o impulcionava a aproximar-se dela, ela quando o viu sozinho a observando em uma clareira, se sentia ainda mais segura, nunca relatando nada ao seus companheiros. Eles consenguiam muitas oportunidades de encontros, e se conheciam, ambos adimiravam-se e compreendendo que eram filhos da mesma e unica fonte de vida. Eles comemoravam de forma singela, relembrando estórias e lugares, do ultimo mês que passaram ali, falavam de criaturas e até mesmo algumas frutas que nem conhecia mas ali havia experimentado.
Enquanto a fogueira estava acessa o Grupo agora diversificado por elfos e humanos celebravam uma certa harmonia, com frutas e canções tranqüilas,Os patrulheiros,haviam rodado a região onde o grupo acamparia, e pelo dia nada encontraro, e se alocavam nas frondozas arvores de Maglay, eles também se divertiam com as cançoes, e aproveitam para descobrir novidades dos relatórios, a curiosidade dos jovens patrulheiros, não permitira que eles observasem os variados tons de Verde naquela noite de ‘Fadas e Lua” .
Os amantes procuravam uma forma de se encontrar.
Voltando aos trolls. Na triste noite um bando já conseguia observar a preza fácil que o grupo se tornara , os trolls esperavam que caíssem no sono, a fogueira baixasse e assim atacassem, não foi assim, eles se precipitaram, e atacaram em quanto o grupo estava distraído,ambos grupos distraidos, e Garlhian havia se aproximado demais, fixando apenas seu desejo em sua vista.Em meio o percuso, o elfo foi subitamente atingido por uma espese de azagaia que anunciou de impeto o bando de trolls. isso até lhes garantiu mais sucesso, eram sete trolls que estavam sujeitos e voltar pra tribo trazendo escravos com eles, Os outros dois patrulheiros deitado sobre galhos , observam as estrelas, quando os rugidos atordoantes dos trolls . De imediato eles se laçam sobre o acampamento do grupo, que mesmo se pondo em prontidão confudem seus atacantes. Assim, Navor chama a atenção de seu grupo e seus patrulheiros, para a cena de paixão, onde Aryann desesperadamente socorre Garlhian. Percebendo assim os inimigos em comuns ,os grupos se reunem adiquirindo grande vantagem e se aproveitando do fogo e do conhecimento de seus novos adepetos. Dois dos trolls morreram, e depois de furiosos ataques eles que estavam agora em cinco levaram 3 sobreviventes humanos. Aryann, Sahaj e Fatrion. Garlhian muito ferido foi dexado fadado à morte em algumas horas e seus companheiros jaziam aterrorizadamente ao seu lado.
Chegando a aldeia, feridos, era difícil perceber algo, dentro das gaiolas de gravetos fortes, muitas daquelas bizarras criaturas brigavam entre si, e aproveitavam à oportunidade de seus captores estarem em desvantagem física. Os sobreviventes eram jogados e puxados e empurrados de um lado a outro sem saber e entender, Sahaj tentava fugir mais levava chicotadas e muita pancada, Aryann, com muita exaustão cai desmaiada ao chão.
Quando acorda, ela se vê em um cômodo onde as paredes são de terracota sustentada por troncos e pedra, o chão também com pedras e terra seca, ela estava amordaçada, e preza dentro de um grande vazo preenchido, com terra areia, lama e estrume até o pescoço, o que lhe impedia qualquer movimentação, percebeu restos de ossos, peles, esteiras de palha e um animal que ela identificara como sendo um porco, recém abatido ali. As lastimas percorriam sua mente e seu amor parecia perdido, não lhe restava lugar ou concentração que aliviava o corpo ou a mente da jovem.
A única greta de luz, vinha de pequenas valas perfuradas entre as paredes. Aryann se assusta e desperta atenção quando uma pedra que parecia tampar a porta rola, e a figura oriunda de dentes grossos amarelos e afiados aparece gritando , gesticulando e arranhando insultos, Aryann desesperadas, tentava gritar, apenas pelo medo, chorava e se debatia tentando se liberta, e a cada passo do demônio balbuciante a sua frente lhe gerava mais medo e desespero, doses de tortura e abusos! Tão cruel e inumano quanto sua mente puder imaginar!
ADAPTADO
Os dedos dos deuses são longos e tocam um íntimo sentimento, que só pode ser compartilhado por uma pessoa. Assim aquelas semanas não eram cosideradas disperdiçadas, como faziam seus amigos patrulheiros.Garlhian, sempre fora fiel e admrador dos preceitos de seu explendoroso Deus Navor. Nos dias decorrente, ele se encantava cada vez mais por Aryann, esse sentimento o impulcionava a aproximar-se dela, ela quando o viu sozinho a observando em uma clareira, se sentia ainda mais segura, nunca relatando nada ao seus companheiros. Eles consenguiam muitas oportunidades de encontros, e se conheciam, ambos adimiravam-se e compreendendo que eram filhos da mesma e unica fonte de vida. Eles comemoravam de forma singela, relembrando estórias e lugares, do ultimo mês que passaram ali, falavam de criaturas e até mesmo algumas frutas que nem conhecia mas ali havia experimentado.
Enquanto a fogueira estava acessa o Grupo agora diversificado por elfos e humanos celebravam uma certa harmonia, com frutas e canções tranqüilas,Os patrulheiros,haviam rodado a região onde o grupo acamparia, e pelo dia nada encontraro, e se alocavam nas frondozas arvores de Maglay, eles também se divertiam com as cançoes, e aproveitam para descobrir novidades dos relatórios, a curiosidade dos jovens patrulheiros, não permitira que eles observasem os variados tons de Verde naquela noite de ‘Fadas e Lua” .
Os amantes procuravam uma forma de se encontrar.
Voltando aos trolls. Na triste noite um bando já conseguia observar a preza fácil que o grupo se tornara , os trolls esperavam que caíssem no sono, a fogueira baixasse e assim atacassem, não foi assim, eles se precipitaram, e atacaram em quanto o grupo estava distraído,ambos grupos distraidos, e Garlhian havia se aproximado demais, fixando apenas seu desejo em sua vista.Em meio o percuso, o elfo foi subitamente atingido por uma espese de azagaia que anunciou de impeto o bando de trolls. isso até lhes garantiu mais sucesso, eram sete trolls que estavam sujeitos e voltar pra tribo trazendo escravos com eles, Os outros dois patrulheiros deitado sobre galhos , observam as estrelas, quando os rugidos atordoantes dos trolls . De imediato eles se laçam sobre o acampamento do grupo, que mesmo se pondo em prontidão confudem seus atacantes. Assim, Navor chama a atenção de seu grupo e seus patrulheiros, para a cena de paixão, onde Aryann desesperadamente socorre Garlhian. Percebendo assim os inimigos em comuns ,os grupos se reunem adiquirindo grande vantagem e se aproveitando do fogo e do conhecimento de seus novos adepetos. Dois dos trolls morreram, e depois de furiosos ataques eles que estavam agora em cinco levaram 3 sobreviventes humanos. Aryann, Sahaj e Fatrion. Garlhian muito ferido foi dexado fadado à morte em algumas horas e seus companheiros jaziam aterrorizadamente ao seu lado.
Chegando a aldeia, feridos, era difícil perceber algo, dentro das gaiolas de gravetos fortes, muitas daquelas bizarras criaturas brigavam entre si, e aproveitavam à oportunidade de seus captores estarem em desvantagem física. Os sobreviventes eram jogados e puxados e empurrados de um lado a outro sem saber e entender, Sahaj tentava fugir mais levava chicotadas e muita pancada, Aryann, com muita exaustão cai desmaiada ao chão.
Quando acorda, ela se vê em um cômodo onde as paredes são de terracota sustentada por troncos e pedra, o chão também com pedras e terra seca, ela estava amordaçada, e preza dentro de um grande vazo preenchido, com terra areia, lama e estrume até o pescoço, o que lhe impedia qualquer movimentação, percebeu restos de ossos, peles, esteiras de palha e um animal que ela identificara como sendo um porco, recém abatido ali. As lastimas percorriam sua mente e seu amor parecia perdido, não lhe restava lugar ou concentração que aliviava o corpo ou a mente da jovem.
A única greta de luz, vinha de pequenas valas perfuradas entre as paredes. Aryann se assusta e desperta atenção quando uma pedra que parecia tampar a porta rola, e a figura oriunda de dentes grossos amarelos e afiados aparece gritando , gesticulando e arranhando insultos, Aryann desesperadas, tentava gritar, apenas pelo medo, chorava e se debatia tentando se liberta, e a cada passo do demônio balbuciante a sua frente lhe gerava mais medo e desespero, doses de tortura e abusos! Tão cruel e inumano quanto sua mente puder imaginar!
ADAPTADO
Última edição por João Paulo Petrin Lago em Ter Mar 31, 2009 7:46 pm, editado 2 vez(es)
Re: Allastrion - Filho do deserto
O troll a mantinha e mal a alimentava, senão as restas dos abates que ocorriam ali, para mante-la prisioneira de seus instintos primitivos e animais, cada vez mais Aryann desistia da vida, não sabia o tempo que estava ali, e o que havia alem daquele quarto. Todos os dias como assim imaginava Aryann, seu carrasco chegava ali, despejando sobre ela tudo de podre que o mundo haveria de possuir. Algum tempo se passou e ele nem mesmo deixou que ela morre se, não queria perder seu achado exuberante, então quando ela chegava a beira da morte, o troll a alimentava e impedia sua morte, para que seus prazeres não tivessem fim. E em uma dessas situações, ele percebeu que Aryann estava grávida. A reação foi de repudio ao imaginar o que seria dele ter um filho com aquela humana tão baixa e frágil, só iria lhe gerar alimento, mas talvez algo iluminado e milagroso tivesse impedido de que o troll a matasse logo ali, o milagre não aconteceu, mas sim, ela ficou viva, e o troll espero pra criança nascer, assim ele deduzira que teria mais que um escravo.
Parece sadismo de minha parte se lhes disser que agora Aryann tinha condições mais humana de vida, mais sim, aconteceu , agora ela ficava livre pra se movimentar em uma galeria que tinha 2 túneis laterais levando pro que supostamente seriam janelas escavadas. E um cômodo profundo com lajes de terra cota, ainda assim nessa área deste quarto, alem de varias esteiras de peles e folhas secas, água e algumas vestes junto há uma pequena varanda por onde entrava a luz do sol, ela podia se movimentar, mas nas paredes havia correntes e cordas feitas de couro que só permitiam sua locomoção por ali. Aryann começava a estabelecer um pouco de força alem de odiar o fato de estar carregando o filho de um troll e mesmo estando grávida ainda sofrendo abusos. Mas ela podia perceber um pouco da sociedade troll, distinguir algumas palavras, e via pelas janelas e frestas dos corredores escavados, as choupanas rudimentares e as pequenas fossas e cavernas que eles construíam como casa, o comercio de animais e até as brutalidades exposta diariamente por aquele povo. Os meses restantes da gestação passaram nada tranqüilo, humilhações que saciassem o prazer daquele troll aconteceram vários dias até que seu filho nascesse. Milagrosamente a criança nasceu.
A Sorte se dera pelo fato de Aryann estar sozinha em seu presídio na tarde em que Allastrion nasceu, as dores do parto agravavam os ferimentos e mutilações já sofridos por ela e quando seu filho nasceu por instantes ela pensava em seu jovem amante e como seus sonhos ilustravam aquele momento, mais logo a cruel realidade lhe fez baixar os olhos e aguçar seus ouvidos para escutar os choros de seu filho, Aryann não estava tão emocionada como as mãe se sentem nesse momento, e logo os gritos de seu carrasco ecoava pelos corredores,e sussurrava a morte em sua mente, ela não havia reparado muito na criança, acreditava que seu fim se daria após o nascimento do mesmo.
Parece sadismo de minha parte se lhes disser que agora Aryann tinha condições mais humana de vida, mais sim, aconteceu , agora ela ficava livre pra se movimentar em uma galeria que tinha 2 túneis laterais levando pro que supostamente seriam janelas escavadas. E um cômodo profundo com lajes de terra cota, ainda assim nessa área deste quarto, alem de varias esteiras de peles e folhas secas, água e algumas vestes junto há uma pequena varanda por onde entrava a luz do sol, ela podia se movimentar, mas nas paredes havia correntes e cordas feitas de couro que só permitiam sua locomoção por ali. Aryann começava a estabelecer um pouco de força alem de odiar o fato de estar carregando o filho de um troll e mesmo estando grávida ainda sofrendo abusos. Mas ela podia perceber um pouco da sociedade troll, distinguir algumas palavras, e via pelas janelas e frestas dos corredores escavados, as choupanas rudimentares e as pequenas fossas e cavernas que eles construíam como casa, o comercio de animais e até as brutalidades exposta diariamente por aquele povo. Os meses restantes da gestação passaram nada tranqüilo, humilhações que saciassem o prazer daquele troll aconteceram vários dias até que seu filho nascesse. Milagrosamente a criança nasceu.
A Sorte se dera pelo fato de Aryann estar sozinha em seu presídio na tarde em que Allastrion nasceu, as dores do parto agravavam os ferimentos e mutilações já sofridos por ela e quando seu filho nasceu por instantes ela pensava em seu jovem amante e como seus sonhos ilustravam aquele momento, mais logo a cruel realidade lhe fez baixar os olhos e aguçar seus ouvidos para escutar os choros de seu filho, Aryann não estava tão emocionada como as mãe se sentem nesse momento, e logo os gritos de seu carrasco ecoava pelos corredores,e sussurrava a morte em sua mente, ela não havia reparado muito na criança, acreditava que seu fim se daria após o nascimento do mesmo.
Re: Allastrion - Filho do deserto
As crianças trolls se desenvolvem rápido e nos primeiros anos já despertam algumas características como o escurecimento da pele, mas os recém-nascidos trolls são física e biologicamente muito parecidas com as humanas. Estranhamente os trolls têm o costume de cortar a ponta das orelhas de um recém-nascido pra que elas crescessem pontiagudas e ásperas como eram as de Barak e como são a dos fortes guerreiros. Neste momento o destino de Allastrion fora jogada em um poço tão sujo e estreito quanto aquele que sua mãe havia sido acometida no principio de seu cativeiro, suas orelhas não regeneraram naquele momento, e Aryann estranhamente se viu cheia de esperanças e amor, assim como milhares de pensamentos que lhe turbilhavam a mente com novos propósitos. Allastrion nascera com traços, características e biologia confortavelmente humanas para Aryann que não conseguia compreender, durante os meses de romance na floresta ela não percebera algo que lhe indicasse uma gravidez, e estava convicta da triste realidade de tal criança ser de fato filho do troll que a torturava, mas essa criança lhe trazia ilusões de um mundo melhor, com suas imperfeições mas com suas doses de milagres incessantes que habitam o coração dos humanos. O troll da mesma maneira se surpreendera com a situação, mais seus sentimentos e poucos pensamentos eram de total desprezo, não entendia o porquê de seu sangue forte e superior não ter sido transposto a criança, seu ódio e sensação de derrota foi maior do que se tivesse perdido parte de seu corpo ou algo que possuísse e perdesse para outro mais forte de sua raça. Criança porca e podre , suja e templo de fraqueza não lhe interessava.Era visível a morte de Aryann e seu filho naquele momento, mesmo que não compreendendo ou falando nada do idioma, seus gestos de desespero visível fazia com que ele percebesse a intenção da mãe querendo salvar seu filho. O troll havia arremessado a criança contra uma parede, fazendo com que esta se engasgasse com as próprias lagrimas e se calasse por um momento, então, Aryann súbita de raiva, mais raiva do que aquela que sentia ao ser abusada, uma raiva hostil o suficiente pra lhe dar forças.
Com manobras que aprendera no monastério, mesmo preza, conseguiu atacar e imobilizar o troll tirando assim sua faca de pedra afiada da sua bainha e decapitando sua cabeça. Aryann não sabia como sair dali e pra onde ir depois dali sendo que estava em uma tribo ou cidade de trolls. Mas seus instintos ainda eram mais fortes, ela se libertou enquanto o monstro gritava e tentava locomover seu corpo para aprisioná-la, Aryann sabia que não havia matado o monstro, mas tinha tempo para fugir dali, então , pegou seu filho nos braços e correu, correu e correu, não por muito tempo ou pra muito longe, ela percebera a força de seu filho em ter sobrevivido a tal agressão, isso era estranho, mas lhe reforçava a idéia de seu filho ser cria de um troll, ainda sim sua mãe conseguia ama-lo.
Correndo pelas vielas totalmente escuras em noite sem lua, ela não sabia pra onde de fato ir, e seu filho no momento chorava muito, o que foi um bom atrativo para outro troll, Eles foram capturados e padeceram por um longo tempo em um outro cativeiro, Aryann conseguia alimentar o filho e deixava de lado suas necessidade para que a criança crescesse , desta forma as esperanças de fugir eram cada vez maior. Aryann não sabia de fato a data do nascimento de seu filho, ou o tempo exato que estava ali, assim ela decidiu que toda noite quando começasse o ciclo da lua escondida, seria aniversario de Allastrion, e ela passou 5 árduos anos neste cativeiro, esse troll parecia não ter muito interesse ou atração por ela, mas ainda assim a usava em outros serviços forçados, e a criança ficava com galinhas, ou qualquer outro tipo de criação que o troll viesse a ter. Aryann tinha um trabalho pesado no curtume deste troll, cortava peles e carregava couro cru , era triste pra mãe ver o filho, da forma como ele crescia ,mas não havia outra solução. Aryann sempre falava pra Allastrion que seu pai havia fugido para trazer pessoas que pudessem salva-los, contava-lhe sobre os Deuses, e sobre os homens que habitavam seu verdadeiro lar.
Com manobras que aprendera no monastério, mesmo preza, conseguiu atacar e imobilizar o troll tirando assim sua faca de pedra afiada da sua bainha e decapitando sua cabeça. Aryann não sabia como sair dali e pra onde ir depois dali sendo que estava em uma tribo ou cidade de trolls. Mas seus instintos ainda eram mais fortes, ela se libertou enquanto o monstro gritava e tentava locomover seu corpo para aprisioná-la, Aryann sabia que não havia matado o monstro, mas tinha tempo para fugir dali, então , pegou seu filho nos braços e correu, correu e correu, não por muito tempo ou pra muito longe, ela percebera a força de seu filho em ter sobrevivido a tal agressão, isso era estranho, mas lhe reforçava a idéia de seu filho ser cria de um troll, ainda sim sua mãe conseguia ama-lo.
Correndo pelas vielas totalmente escuras em noite sem lua, ela não sabia pra onde de fato ir, e seu filho no momento chorava muito, o que foi um bom atrativo para outro troll, Eles foram capturados e padeceram por um longo tempo em um outro cativeiro, Aryann conseguia alimentar o filho e deixava de lado suas necessidade para que a criança crescesse , desta forma as esperanças de fugir eram cada vez maior. Aryann não sabia de fato a data do nascimento de seu filho, ou o tempo exato que estava ali, assim ela decidiu que toda noite quando começasse o ciclo da lua escondida, seria aniversario de Allastrion, e ela passou 5 árduos anos neste cativeiro, esse troll parecia não ter muito interesse ou atração por ela, mas ainda assim a usava em outros serviços forçados, e a criança ficava com galinhas, ou qualquer outro tipo de criação que o troll viesse a ter. Aryann tinha um trabalho pesado no curtume deste troll, cortava peles e carregava couro cru , era triste pra mãe ver o filho, da forma como ele crescia ,mas não havia outra solução. Aryann sempre falava pra Allastrion que seu pai havia fugido para trazer pessoas que pudessem salva-los, contava-lhe sobre os Deuses, e sobre os homens que habitavam seu verdadeiro lar.
Re: Allastrion - Filho do deserto
Ela também fazia brincadeiras que aprendera quando criança no monastério ensinava seu filho pequenos truques e segredos da meditação, a ele, ela também inventava muitos contos e estórias que aliviassem a infância pesada que ele houvesse de ter.
Quando crianças, os humanos alimentam animais, cavalgam, escutam estórias, cativam seus medos, idealizam seus Deuses e observam delicadamente o mundo ao seu redor.
Quando criança os trolls, acompanham os pais na caça, sobrepujam crianças mais novas, temem os mais velhos e mais fortes, escutam sobre Barak, e trabalham com prazer nas cruéis artes e culturas proposta por este povo. As crianças troll se desenvolvem rápido, e se tornam adultos repugnantemente temível, assim sendo eles não possuem tempo para brincar, valorizando o trabalho que lê dará força e o tornará um grande guerreiro, também não interessam em dedicar um tempo a suas mães, que já não lhe prestam pra mais nada depois de te alimentado.
Allastrion teve todo o tempo que cronus propões há uma criança, para que ela se desenvolva de uma forma segura e próspera. Todos esses preceitos do tempo atordoavam mais e mais a mente do jovem que crescia observando minuciosamente a brutalidade e o poder que força tem aquele que domina. Aryann sempre tentava esconder um pouco do mundo onde viviam de Allastrion, mas as crianças em sua demasiada curiosidade se rebelam acreditando poder conhecer o mundo. Quanto mais Aryann tentava disciplinar seu filho nos costumes monásticos de sua família, mas este via como os monstros bizarros evoluíam, tomando o que podiam daqueles que podiam, e ele tentava seguir esta linha, usava as ferramentas do trabalho árduo de sua mãe como armas para treinamento, e mais alguns anos ali ele tentava se mostrar tão forte quanto podia. Aryann protegia o filho dos outros trolls que tentassem toma-lo de si. Mais a teimosia de seu filho custara sua integridade, mesmo transcorrendo desta maneira, a mãe entendia que era difícil pra uma criança, viver presa, não conhecer outros lugares, pessoas, e oportunidades.
Mas o que decorrera por um bom tempo do tempo que eles ainda permaneceriam ali como escravos, é que os trolls começaram a notar a vontade daquele pequeno bezerro desmamado em querer mais espaço, isso contrário do que se possa imaginar, não rendeu a ele qualquer oportunidade, e apenas torturas. O Fato que esses trolls usavam Allastrion para que seus filhos trolls pudessem treinar, eles o punham em uma arena completamente nu e desarmado e junto cola cavam seus filhos um a um para que espancassem ou de qualquer outra forma alimentassem a idéia de sua suposta força sobre as costas do jovem menino que agora segundo a contagem da mãe haveria de estar no seu sétimo ano de vida.
Quando crianças, os humanos alimentam animais, cavalgam, escutam estórias, cativam seus medos, idealizam seus Deuses e observam delicadamente o mundo ao seu redor.
Quando criança os trolls, acompanham os pais na caça, sobrepujam crianças mais novas, temem os mais velhos e mais fortes, escutam sobre Barak, e trabalham com prazer nas cruéis artes e culturas proposta por este povo. As crianças troll se desenvolvem rápido, e se tornam adultos repugnantemente temível, assim sendo eles não possuem tempo para brincar, valorizando o trabalho que lê dará força e o tornará um grande guerreiro, também não interessam em dedicar um tempo a suas mães, que já não lhe prestam pra mais nada depois de te alimentado.
Allastrion teve todo o tempo que cronus propões há uma criança, para que ela se desenvolva de uma forma segura e próspera. Todos esses preceitos do tempo atordoavam mais e mais a mente do jovem que crescia observando minuciosamente a brutalidade e o poder que força tem aquele que domina. Aryann sempre tentava esconder um pouco do mundo onde viviam de Allastrion, mas as crianças em sua demasiada curiosidade se rebelam acreditando poder conhecer o mundo. Quanto mais Aryann tentava disciplinar seu filho nos costumes monásticos de sua família, mas este via como os monstros bizarros evoluíam, tomando o que podiam daqueles que podiam, e ele tentava seguir esta linha, usava as ferramentas do trabalho árduo de sua mãe como armas para treinamento, e mais alguns anos ali ele tentava se mostrar tão forte quanto podia. Aryann protegia o filho dos outros trolls que tentassem toma-lo de si. Mais a teimosia de seu filho custara sua integridade, mesmo transcorrendo desta maneira, a mãe entendia que era difícil pra uma criança, viver presa, não conhecer outros lugares, pessoas, e oportunidades.
Mas o que decorrera por um bom tempo do tempo que eles ainda permaneceriam ali como escravos, é que os trolls começaram a notar a vontade daquele pequeno bezerro desmamado em querer mais espaço, isso contrário do que se possa imaginar, não rendeu a ele qualquer oportunidade, e apenas torturas. O Fato que esses trolls usavam Allastrion para que seus filhos trolls pudessem treinar, eles o punham em uma arena completamente nu e desarmado e junto cola cavam seus filhos um a um para que espancassem ou de qualquer outra forma alimentassem a idéia de sua suposta força sobre as costas do jovem menino que agora segundo a contagem da mãe haveria de estar no seu sétimo ano de vida.
Re: Allastrion - Filho do deserto
Muito bom João Paulo, será um belo NPC. Porém algumas dúvidas que devo levantar. Você fala que Allastrion nasceu tempos depois de Barak, mas na cronologia de ERA, quando seria esse tempo. Já que Barak vive a aproximadamente 1500 anos atrás. Allastrion é um NPC do cenário atual ou de outra época de ERA?
São 20 anos atrás da data atual do cenário de ERA?
A questão de Monges, para quem joga D&D fica muito claro. Mas monge, se trazido para o lado literal da palavra é um sacerdote de alguma religião específica... temos monges católicos, monges budistas, monges induistas, etc. Então para ficar mais claro a história eu mudaria monges por algo como: "Para a missão foram escolhidos os melhores de Megalus em suas profissões." Ou algo assim.
Outro detalhe que deve lembrar é que Magalay é protegida pelos Elfos de Tistines, e a floresta haveria informado os mesmos sobre os intrusos dentro da mesma. Apesar deles não estarem fazendo nada contra a Floresta. Esta é só um observação Ok.
Fico no aguardo para conhecer o destino de Allastrion.
São 20 anos atrás da data atual do cenário de ERA?
A questão de Monges, para quem joga D&D fica muito claro. Mas monge, se trazido para o lado literal da palavra é um sacerdote de alguma religião específica... temos monges católicos, monges budistas, monges induistas, etc. Então para ficar mais claro a história eu mudaria monges por algo como: "Para a missão foram escolhidos os melhores de Megalus em suas profissões." Ou algo assim.
Outro detalhe que deve lembrar é que Magalay é protegida pelos Elfos de Tistines, e a floresta haveria informado os mesmos sobre os intrusos dentro da mesma. Apesar deles não estarem fazendo nada contra a Floresta. Esta é só um observação Ok.
Fico no aguardo para conhecer o destino de Allastrion.
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Edson Lemes Júnior "Druida das Pradarias"
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Re: Allastrion - Filho do deserto
druidadp escreveu:Muito bom João Paulo, será um belo NPC. Porém algumas dúvidas que devo levantar. Você fala que Allastrion nasceu tempos depois de Barak, mas na cronologia de ERA, quando seria esse tempo. Já que Barak vive a aproximadamente 1500 anos atrás. Allastrion é um NPC do cenário atual ou de outra época de ERA?
São 20 anos atrás da data atual do cenário de ERA?
A questão de Monges, para quem joga D&D fica muito claro. Mas monge, se trazido para o lado literal da palavra é um sacerdote de alguma religião específica... temos monges católicos, monges budistas, monges induistas, etc. Então para ficar mais claro a história eu mudaria monges por algo como: "Para a missão foram escolhidos os melhores de Megalus em suas profissões." Ou algo assim.
Outro detalhe que deve lembrar é que Magalay é protegida pelos Elfos de Tistines, e a floresta haveria informado os mesmos sobre os intrusos dentro da mesma. Apesar deles não estarem fazendo nada contra a Floresta. Esta é só um observação Ok.
Fico no aguardo para conhecer o destino de Allastrion.
Allastrion teria nascida por volta d 1640 ~ 1650 na cronologia atual de era.
A questão dos Monges. foi o que mais me chamo a atenção até o momento, andei lendolivro das divindades e os da cidades.. encontrei 3. que axo q se encaixariam dentro da trama e do propósito de personalidade que eu quero para Allastrion
1- Strack, alem de existir culto a essa divindade em Megalus , eu axo interessante, porque aborda reprodução e fertilidade, isso eu axo interessante para os demonios internos do Allastrion, entende,, Pow, minha mae sempre foi di bowa e a divindade faz ela ter filho com um troll.. rs.
2 - Navor. que eu axo que se encaixa bem, está em Megalus, e possuem linhagem que trabalham dentro das cidades, e dentre as filosofias,eu axo que e a que mais justifica a presença dos "monges" em Magalay entende.. Monasterios da cidade apoiaram as necessidades do regente de Megalus, e enviaram adetos que pudessem avaliar as condições de uma estrada com propóito comercial, dentro da floresta.
3- Hagr- Primeiro que Hagr está por toda parte onde existam pessoas de bom coração, no entanto ele não eta diretamente associado com os deuses cultuado em Megalus. mais acredito que para o envolvimento do cenário tbm é uma boa alternativa. O Reino de Keronã não tem seus olhos fixados em Megalus, mas a Hagr, não deixa de olhar seus filhos antes de ir dormir, assim, a igreja de Hagr, envia pra Megalus, um grupo de Vigilantes da Ordem, que criam raizes ali, e ajudam na proteção e possivel evolução da cidade.
A Floresta de Magalay, tbm é um detalhe muito importante, tendo em vista um continente rechado por cicatrizes territoriais, não é muito bom entra na casa do vizinho. Megalus é uma cidade com a população 100% Humanos, então não acredito que possa ter havido dialogo e acordos diplomaticos entre amba as raças,
e vejo assim mais um motivo de a religião envolvia na estoria dos personagems seje Navor.
Tem uma imagem que vc posto como Patrulheiros de Magalay, tal imagem me deu muitas ideias para vida Atual de Allastrion.
Re: Allastrion - Filho do deserto
Muito bom.... mas se forem adoradores de Navor, tem de tomar o cuidado com a contradição... adoradores de Navor jamais aprovariam a abertura de uma estrada cortando Magalay......
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Re: Allastrion - Filho do deserto
Mass, assim,,,, sendo Navor. eles os "monges". adeptos de navor, estava na floresta,
e como eu digo na estoria, procuravam atalhos, catalogavam arvores e plantas, estudava a flora e a fauna. pq a ideia era de se construir a estrada sem desmata a floresta entende,, eles estava analizando SE seria possivel fazer uma estrada ali entende
e como eu digo na estoria, procuravam atalhos, catalogavam arvores e plantas, estudava a flora e a fauna. pq a ideia era de se construir a estrada sem desmata a floresta entende,, eles estava analizando SE seria possivel fazer uma estrada ali entende
Re: Allastrion - Filho do deserto
Realmente, no conto diz que eles catalogavam fauna e flora....
Quem sabe ao invés de construir uma estrada eles não poderiam estar por exemplo buscando a cura de uma doença que tenha infectado alguém... uma pessoa importante talvez, filho do regente ou algo assim.
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Re: Allastrion - Filho do deserto
Em aproximadamente vinte ou trinta anos atrás, um grupo monástico partira em expedição pela floresta à procura de rotas seguras que pudessem levá-los até o Reino Draville. O grupo era de porte médio tendo 5 homens e 3 mulheres do monastério de Megalus, tinham todos os materiar e suprimentos necessários, ficavam dias na floresta, explorando atalhos, trilhas e catalogando a fauna e flora para sugerir o local adequado da futura estrada. Este investimento do próprio regente em Megalus, animava muito os camponeses que acreditavam assim esta abrindo Keronã para o comércio com Dravile. O propósito era de Megalus estar nesta rota comercial e receber mais atenção do Rei.
O Projeto não se concluiu e eles morreram na floresta, o tempo trousse alguns vestígios, o tempo também trousse o esquecimento!
Mas, sou obrigado a relatar o que aconteceu na ultima noite dos monges na floresta, pois esta é de tamanha importância para o destino de Allastrion. Entre os monges é necessário citar apenas o nome de
Aryann, Jovem, nascida e educada dentro do monastério por sua família trazer uma descendência de gerações neste caminho, a jovem de pele morena, porte médio, com o corpo forte ainda trazia muitos traços de feminilidade, e olhos bem delineados com uma boca pequena que realçava o formato fino e simétrico de sua face, ela queria muito participar da expedição, era amante de flores e dos bens naturais. Esta é nosso principal personagem no momento, gostaria de citar também o nome de Garlhian, um Homem alto, com pernas e braços bem definidos e dono de uma flexibilidade e agilidade incomparáveis. Eu o cito aqui para lembrarem que os jovens sonham muito com o amor, e que com a tragédia futura é importante ressaltar que Aryann e Garlhian mantinham um romance, e sonhavam e construir família.
Voltando aos trolls. Na triste noite um bando já conseguia observar a preza fácil que os monges se tornaram, eles eram jovens e entusiasmados demais, para se lembrar de precauções básicas, e estavam confiantes depois de alguns meses e nada de mal ainda havia acontecido, eles comemoravam de forma singela, relembrando estórias e lugares, do ultimo mês que passaram ali, falavam de criaturas e até mesmo algumas frutas que nem conheciam, mas ali haviam experimentado. Enquanto a fogueira estava acessa e eles celebravam, com carne frutas e canções tranqüilas, os trolls esperavam, que caíssem no sono, a fogueira baixasse e assim atacassem, não foi assim, eles se precipitaram, e atacaram em quanto o grupo estava distraído, isso até lhes garantiu mais sucesso, eram 5 trolls que estavam sujeitos e voltar pra tribo trazendo escravos com eles, ainda sim o grupo de monges permaneceu sobre vantagem por muito tempo, atacavam com tochas, espalhando fogo na floresta, dois dos trolls morreram, e depois de furiosos ataques eles levaram 4 sobreviventes humanos. Aryann, Garlhian muito ferido fadado à morte em algumas horas, Sahaj e Fatrion.
Chegando a aldeia, feridos, era difícil perceber algo, dentro das gaiolas de gravetos fortes, muitas daquelas bizarras criaturas brigavam entre si, e aproveitavam à oportunidade de seus captores estarem em desvantagem física. Os monges eram jogados e puxados e empurrados de um lado a outro sem saber e entender, Sahaj tentava fugir mais levava chicotadas e muita pancada, Aryann, com muita exaustão cai desmaiada ao chão.
Esta parte está sendo modificad, Atualização 31/03/09
Última edição por João Paulo Petrin Lago em Ter Mar 31, 2009 7:47 pm, editado 1 vez(es)
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