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Pequenos ladrões mecânicos

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Pequenos ladrões mecânicos

Mensagem por Cecil Break em Qui Jan 31, 2013 1:57 pm

Terceiro projeto.

Atualmente, estava lendo os .pdf do Cenário de Era buscando alguma fonte de imaginação.
Parei e me deparei com Kenedar, uma cidade do reino de Belthor rica em comércio e conhecida pela frequente presença de golens como protetores dos comerciantes.
Na mesma hora, tive uma vontade irresistível de criar um artífice forjador de golens, daí nasceu a ideia do personagem Aleay Ferguson, um criador frustrado que acaba abusando de suas criações para roubar os viajantes desavisados que perambulam pela Rua da Magia.

Pois bem...esse é o meu primeiro projeto ligado inteiramente ao Cenário de Era e eu não sei se ele segue inteiramente as regras ou o padrão do cenário, então, criadores e administradores responsáveis pela edição dos suplementos de Era, se alguma coisa fugir do contexto eu peço encarecidamente que divulguem o erro para alertar aos jogadores (e a mim mesmo). De qualquer forma, a matéria estará aqui caso alguém queira adaptá-la para qualquer cenário.

Observação importante: algumas partes textuais do projeto foram retiradas do Livro do Reino de Belthor, que pode ser encontrado aqui mesmo no fórum para download. Essas citações estarão marcadas com " " no início e no final do parágrafo. Em busca de manter a descrição oficial do cenário, eu preferi usar os textos já produzidos para melhor compreensão do projeto.

Então, estou esperando a opinião de todos. Se você leu ou simplesmente ficou curioso ou indignado, por favor, mande alguma coisa! Razz

Vamos lá...
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<Parte 01>

Mensagem por Cecil Break em Qui Jan 31, 2013 2:04 pm

“Vocês finalmente apareceram, crianças! Então, deu certo? Vocês foram sutis? Têm certeza que ninguém os seguiu até aqui? Pois bem... o que vocês trouxeram hoje para mim?”

“Kenedar, a cidade da Ilha Morta, cercada por grandes muralhas, é ótimo porto e a principal cidade de comércio entre a Ilha e Draco. Uma cidade com ótimo índice de vida, poucos mendigos e pouco roubo, afinal a guarda do local é extremamente poderosa, muitas vezes formada por magos guerreiros.”
Trecho retirado do livro Reino de Belthor

...mas mesmo com toda a especialização protecionista de Kenedar, furtos não deixam de existir. Sendo a principal fonte de comércio da Ilha, não é incomum que exista algum trapaceiro prepotente que desafie as autoridades locais. A guarda da cidade, é claro, costuma redobrar os esforços para impedir esses indivíduos e, graças à mistura de magia e combate raramente ela falha.
Entretanto, aventureiros e outros viajantes que perambulam pela Rua da Magia vêm notando que alguns de seus pertences desaparecem misteriosamente, especialmente itens pequenos e leves como peças de ouro, gemas preciosas, pergaminhos, anéis, amuletos e adagas. A guarda de Kenedar, preocupada com a segurança dos estrangeiros e também com o desmanche da fama infalível que a cidade carrega em relação ao protecionismo, tenta encontrar o responsável por tais roubos, mas, ele simplesmente não parece existir.

[A Rua da Magia]

“A Rua da Magia, como é conhecida a rua principal que se estende do centro da cidade até quase o porto da mesma tem quase 4 km de extensão. Lá é onde se concentra todas as casas de comércio de itens mágicos, animais exóticos, alquimia e magia da cidade...ao caminhar pela rua, um viajante verá lojas de todos os tipos, vendendo os mais variados itens. Com seus toldos e fachadas coloridas a rua torna-se um lugar inigualável em todo o reino de Belthor."



“A cidade conta com um nível de criminalidade muito baixo. Porém a rua da magia é um lugar onde gira muito dinheiro e, é claro, atrai pequenos gatunos atentos a clientes distraídos com os encantos que a rua oferece. Quem faz a proteção da rua é a própria guarda da cidade. Movendo-se em pares, os guardas caminham entre os transeuntes sempre atentos a pessoas ou ações suspeitas.”
“... porém, alguns dos comerciantes que trabalham com mercadorias valiosas contratam outras formas de segurança que podem variar de mercenários até a compra de golens ou elementais para a proteção de suas lojas.”

[Criadores de Golens]
“Uma das coisas mais interessantes que um forasteiro verá em Kenedar são os golens que acompanham comerciantes e magos. Quase todas as pessoas com maior poder aquisitivo da cidade têm um golem particular como guarda-costas ou transporte de carga. Os golens podem ser criados dos mais variados tipos e materiais. Os mais comuns da cidade são os golens de pedra.”

Criados para fins de segurança, os golens forjados em Kenedar são robustos e bem preparados para proteger seus mestres. Quanto maior e mais intimidador um guardião de pedra é, mas difícil será de se furtar o seu dono, pelo menos essa é a lógica que persegue a cabeça dos gatunos. Recentemente, entretanto, até mesmo os mais ricos e paranoicos donos de golens estão sendo alvejados pelo ladino invisível (ou ladinos invisíveis) da Rua da Magia.

Mas o que poderia ser tão furtivo a ponto de ludibriar mesmo as proteções mágicas conjuradas pelos mercadores de Kenedar? Como e por que a guarda da cidade não consegue encontrar vestígios do possível ladrão?

[Um criador escondido nas sombras]
Apenas um indivíduo em toda Kenedar sabe qual a fonte do latrocínio, e esse sujeito também é o responsável pelos furtos cada vez mais frequentes na Rua da Magia. Seu nome é Aleay Ferguson, um frustrado criador de golens desenvolvedor de uma estranha tecnologia na fabricação de pequenos guardiões, tão pequenos e furtivos que simplesmente passam por despercebidos.



[Aleay Ferguson]

Aparência: Aleay possui cerca de cinquenta anos, é um sujeito esquálido, enrugado e frequentemente se dispõe de equipamentos estranhos fabricados por ele mesmo. Um capacete de ferro com um visor móvel capaz de alojar unidades de lentes de aumento é seu instrumento favorito – já que ele tem um péssimo sentido de visão – o mesmo equipamento é usado para avaliar os objetos roubados.

Personalidade: o frustrado criador de golens é um sujeito solitário, ele se amedronta facilmente quando é ameaçado e procura manter-se sozinho sempre que pode. Ele evita conversações, não é um indivíduo sociável e confia plenamente em suas criações. Aleay também é um sujeito paranoico, ele sabe muito bem com o que está mexendo e acha que qualquer aproximação é suspeita.

Histórico: quando a criação de golens foi difundida em Kenedar, Aleay foi considerado um visionário na arte da fabricação desses guardiões, mas, infelizmente, o tempo passou e suas criações foram ficando velhas e perdendo espaço para os artífices mais novos e suas ideias mirabolantes.
Aleay foi obrigado a se aposentar, mas a falta de reconhecimento o levou a se tornar um velho bêbado e ranzinza reclamando pelas ruas da cidade. Uma noite, Aleay foi jogado a pontapés por um taverneiro para a sarjeta e, a partir daquele dia, ele resolveu que deveria fazer alguma coisa para mudar o seu destino trágico. Juntou o que restou de sua fortuna e deu início a um projeto que foi se desmanchando e sendo recriado sem alcançar grandes expectativas.
Cansado de fabricar tudo sem um ajudante e com a memória já afetada pela idade, Aleay criou um pequeno ajudante, um golem feito de minúsculas engrenagens e batizado com inteligência artificial mágica. O primeiro protótipo foi chamado de “Número Um” e servia apenas para trazer pequenos objetos para as mãos do criador durante as longas horas em que Aleay passava em seu laboratório de estudos.
Durante dois anos, Aleay fabricou um protótipo gigante de golem, feito de aço e engrenagens, com o intuito de ser o guardião protetor mais poderoso de Kenedar. Mas em uma das noites de sua ausência, uma forte tempestade afetou seu laboratório e desenvolveu defeitos irreparáveis na sua obra-prima. Aleay, desesperado, esbravejou durante horas, naquele momento, o criador não tinha emprego, suas reservas de peças de ouro estavam acabando e ele não poderia sequer comprar um pão.
Ele então gastou suas últimas economias numa taverna e, por não poder pagar por tudo, mais uma vez foi chutado para a sarjeta. Entregue ao fracasso, Aleay havia desistido de tudo, até que o Número Um apareceu com uma peça de ouro nas mãos. A princípio Aleay ficou surpreso, depois, notou que o pequeno construto poderia ser muito útil.
Os próximos roubos foram feitos e quando Aleay conseguiu juntar alguma riqueza ele desenvolveu outros protótipos do mesmo tamanho e com as mesmas habilidades. Atualmente, Aleay vive em uma garagem de ferro-velho onde se esconde do resto do mundo enquanto se sustenta com o roubo de seus pequenos ladrões e conserta sua obra-prima gigantesca escondida entre suas quinquilharias.

Combate: Aleay não combate, é claro. Ele é simplesmente um covarde que encontrou uma forma de usar sua inteligência para benefício próprio. Ele prefere ficar em seu ferro-velho, onde armadilhas foram criadas especialmente para ele se defender e ter tempo de fugir caso alguém descubra tudo. As armadilhas serão ativadas automaticamente ou pelos pequenos ladrões mecânicos. Quando surpreendido, ele vai se ajoelhar e implorar por piedade.
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<Parte 02>

Mensagem por Cecil Break em Qui Jan 31, 2013 2:10 pm

[Pequenos ladrões mecânicos]



Aparência: os pequenos ladrões mecânicos não medem mais de 20cm, eles são pequenos construtos com inteligência artificial conjurada através de magia. Cada um tem uma aparência distinta, mas todos são feitos basicamente por ferro, engrenagens e lentes minúsculas. Seus corpos são frágeis e eles poderiam ser esmagados, porém, são ágeis e conseguem se esconder praticamente em qualquer lugar.

Personalidade: os pequenos construtos, apesar de máquinas que não podem se comunicar verbalmente, são bastante expressivos gestualmente. Assim como o dono, eles evitam brigas e acabam carregando os perseguidores para lugares escuros onde eles obtenham vantagem de esconderijo. Acima de tudo, os pequenos ladrões mecânicos são fiéis à Aleay Ferguson, o criador e eles parecem entender somente a ele.

Histórico: existem nove protótipos de pequenos construtos. O Número Um, é claro, foi o primeiro criado por Aleay e, de alguma forma, ele funciona como um tipo de liderança para os demais. Os demais foram fabricados com as mesmas funções de latrocínio.
Combate: por serem pequenos e indefesos, os pequenos ladrões mecânicos evitam lutar, eles preferem fugir e, quando um perseguidor permanece em seu encalço durante muito tempo, eles o levam para algum lugar perigoso cheio de armadilhas mecânicas forjadas por eles próprios ou pelo seu mestre. É difícil notar um pequeno construto em meio a um ferro-velho, eles podem se fingir de peças quebradas e passarem despercebidos até pelo mais atento.

[As vítimas do furto]

Os pequenos ladrões mecânicos desenvolveram métodos de furtividade e esconderijo perfeitos, eles somente atacam as vítimas mais desatentas, dificilmente eles tentarão roubar alguém que não deixa seus pertences minúsculos à mostra, um saco de peças de ouro pendurado na algibeira, uma adaga brilhante e bem polida na cintura do viajante, anéis que são temporariamente retirados para que um comprador possa testar os efeitos de outros e bolsas de pergaminhos são seus alvos favoritos.

Eles ficarão à espreita, em seus esconderijos, aproveitando a situação perfeita para agir e são tão profissionais nisso que até o momento eles não foram percebidos por ninguém. Por alguma razão, os pequenos ladrões mecânicos passam despercebidos até mesmo por algumas magias de proteção (uma magia de alarme, por exemplo) o que os deixa livres para perambular em qualquer lugar da Rua da Magia.

[O Ferro-Velho]



Alguém no encalço tanto dos pequenos ladrões mecânicos quanto de Aleay provavelmente vai se deparar, em algum momento, com o ferro-velho. O local é a simples descrição da palavra: um amontoado de quinquilharias inúteis para a maioria das pessoas, ma suma fonte de riqueza para Aleay e, talvez, para alguns criadores de golem.

O maquinário jogado no ferro-velho está misturado com grandes rochas de antigos golens de pedra, poças de água suja que ficam depositadas depois das chuvas abruptas de Kenedar e resquícios de protótipos tanto de Aleay quando de outros criadores frustrados.

A não ser pelo próprio Aleay e os pequenos ladrões mecânicos, ninguém mais vive no ferro-velho localizado numa área circunvizinha da Rua da Magia. Talvez não exista ninguém que saiba que Aleay vive nesta área, muito menos seus pequenos construtos. O lugar também é perigoso de se transitar e apenas os habitantes dele sabem evitar as constantes armadilhas que estão espalhadas pela localidade.
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<Parte 03>

Mensagem por Cecil Break em Qui Jan 31, 2013 2:15 pm

[A gigantesca obra-prima]



A obra-prima de Aleay Ferguson é um gigante metálico feito de engrenagens e roldanas. Sua aparência, inicialmente, era a de um protótipo similar a um humanoide imitando a estrutura dos conhecidos golens de pedra que transitam na Rua da Magia em Kenedar. Porém, devido a alguns desastres e à falta de orçamento de Aleay, o gigante de ferro passou por modificações monstruosas e parece com mais um dos punhados de lixo mecânico jogados no ferro-velho.
Tal surpresa seria um indivíduo se deparar com uma montanha de peças abandonadas que se levanta e age como um guardião. O gigantesco golem de ferro fica desativado grande parte do tempo – na verdade, Aleay nunca o deu ordens de se movimentar, tal ordem poderia ocasionar em muito barulho, o que iria chamar a atenção dos curiosos para o ferro-velho – mesmo assim, sob as medidas reconstruções, o golem de ferro vai se moldando e tornando-se uma máquina de guerra, dia após dia.
O mal funcionamento do golem é o que mais preocupa Aleay, uma vez que os danos podem ter afetado sua magia de inteligência artificial, o poderoso guardião poderia, a qualquer hora, desobedecer qualquer comando.

Projeto Concluído
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